outubro 26, 2011

Dia 5 - Trinidad

26/10/11

Praia, all day long
5 dias depois do início das férias a gente se ligou que eram férias. Ou seja, tinha que ter pelo menos um dia em que a gente ficasse meio a toa, sem compromissos, sem querer ver tudo que estava acontecendo em todos os lugares. Só descanso e paz.

Parece que o ano novo em Cancún estragou a gente pro resto da vida.

Sendo assim, hoje foi um dia de não fazer nada, a não ser ficar na praia, beber e comer na praia e ler livro e dormir.

Lógico que isso foi meu forçado, já que a gente tinha um plano de pegar um barquinho para Cayo Blanco, só que o mal tempo e a ameaça de um furacão acabaram impedindo a viagem.

Sendo assim, nosso motorista albino Luis Miguel nos deixou na praia, depois de convencermos ele de que não tínhamos condições físicas de ir até as montanhas fazer uma trilha de mais de uma hora para cair numa cachoeira (apesar de a idéia de nos agradar também).

Mas não, ficamos quietinhas, largadas na praia, e voltamos a noite pra jantar numa casa colonial bem legal.

Nunca mais seremos as mesmas depois de Cancún.
Uma praia do Caribe acorda a lagartixa que existe dentro da gente.


Curtimos: mais praia.
Não curtimos: o Furacão Rina, que, talvez tenha feito o tempo ficar ruim e  impediu nossa ida ao Cayo Blanco.


outubro 25, 2011

Dia 4 - Trinidad

25/10/11

Dia oficial de aniversário. Não foi lá muito festivo.
Basicamente ficamos 4 horas em um carro, a caminho de Trinidad, uma cidadezinha histórica, patrimônio da UNESCO e com praia.

O motorista era bem suspeito e falava mal do governo sempre acrescentando que "não tinhamos ouvido isso dele" e também tentou nos arrancar um dinheirinho oferecendo um passeio adicional pela cidade de Cienfuegos.

Se não estivéssemos a fim de chegar logo na praia e esquecer nossas preocupações talvez até tivéssemos topado - fica sempre aquele medinho de perder alguma coisa incrível.

Chegamos em Trinidad, no hotel mais chique e fofo da cidade (o que pra Cuba é realmente algo muito impressionante), largamos as coisas no quarto e fomos pra praia, onde ficamos até escurecer.

Playa Ancón, só ficamos aqui, vendo esse céu.

A noite, tomamos Canchanchara - que é basicamente uma pinga com mel e limão, de origem cubana, portanto feita de rum, ao invés de pinga - já que Trinidad é a cidade em que foi criado esse impressionante  drink, e fomos para a comer em um restaurtante/paladar indicado pelo nosso taxista albino, Luis Miguel.

Foi um jantar bem bom - para os padrões de Cuba, depois fomos descansar pois no dia seguinte tinhamos combinado com o Luis Miguel de nos levar até a Marina para pegarmos um barco para conhecer Cayo Blanco, uma ilhota que tinha perto de lá.


Curtimos:  Praia, afinal, foi só isso que fizemos.
Não curtimos: viagem de 4 horas num carro velho e com motorista chato.



outubro 24, 2011

Dia 3 - Havana

24/11/11

Hoje combinamos com um peculiar guia turistico a visita à Finca de la Vigía, a casa onde o Hemingway morava aqui em Cuba. (qualquer impressão de que eu sou viciada no Hemingway não é apenas impressão).

O Pepe, em seu buick verde (acho que é um buick), nos levou até  o local que fica um pouco afastado de Havana. Durante todo o trajeto ele nos contou, muito entusiasticamente, suas impressões sobre o governo cubano e a corrupção que levava todo o dinheiro do turismo.

Pepe e seu estimado carro
Ele também nos explicou algumas coisas bem interessantes sobre o Fidel ter mandado matar o Che e o Raul ser gay, e a filha do Raul ser presidente dos homossexuais. Enfim, ele ia falando e a gente ia deixando.

Uma vez na Finca, estava um dia nublado e feio, e nesses dias eles não deixam você entrar na casa para não estragar as coisas. Mesmo assim conseguimos ver a casa, os arredores, a piscina e o barco do escritor.

Finca de La Vigía


A máquina de escrever e o carimbo do Hemingway
Um Picasso e um Miró.
O mirante, a piscina, o cemitério de cachorros e o barco.

Nós, bem felizes, fingindo que éramos ricas

Na volta, o Pepe parou num lugar muito estranho e nos escoltou até o interior da casa de um cubano. Lá dentro um senhor bem do suspeito, começou a nos mostrar caixas e caixas de charutos, ditos originais, e que ele nos venderia por um quarto do preço da loja.

Tentamos de todas as formas sair dessa enrascada mas, para não fazer descaso dos pobres cubaninhos que estavam se esforçando tanto, acabamos adquirindo alguns charutos. Até agora não temos certeza se eles são de verdade ou não.

Depois da aquisição dos Cohibas, fomos na praça da revolução e demos uma volta de carro pelos bairros de Miramar e Playa. Quando cansamos, o Pepe nos levou até o Paseo del Prado onde encontramos um paladar fofo para comermos.

Che, Cienfuegos e José Marti: gente importante
Tentamos ir até o Museo de la Revolución neste dia, mas estava já quase fechado. Então voltamos para o hotel pra descansar para a noite.

A noite, acabamos decidindo jantar no Floridita e comemorar meu aniversario com estilo:  música cubana, daiquiris e charuto.
Não, a gente não sabe fumar charuto, nem tirar foto no escuro
Curtimos: Passar a meia noite do meu aniversário no Floridita bebendo daiquiris e fumando nosso primeiro Habano.
Não curtimos: Não conseguir fugir do mercado negro de Habanos.




outubro 23, 2011

Dia 2 - Havana

23/11/11

Neste dia, pelo menos, tivemos a decência de não colocar o despertador e dormir até acordar - coisa que deveria ser obrigatória em todas as férias, mas que nem sempre funciona quando duas pessoas ansiosas e activity driven são colocadas juntas.

Hotel Nacional. Eu na cama do Lucky Luciano, cuja foto é a segunda
da primeira linha. E uma foto das trincheiras cavadas na crise dos mísseis.
De café tomado e com coragem de enfrentar os jineteiros todos, partimos para conhecer o Hotel Nacional, que oferece um tour gratuito por suas instalações para turistas interessados nos anos da máfia e na crise dos mísseis.

O hotel, um dos pontos turísticos de Havana, era sede da máfia americana, antes da revolução. Uma das principais atrações do tour, inclusive, é o quarto onde dormia Lucky Luciano, e as histórias e quartos dos diversos mafiosos e afiliados da máfia que se hospedavam no hotel.

Na parte de fora do hotel, outro ponto importante é a área em que foram instalados canhões na iminência da crise dos mísseis, no auge da guerra fria.


Depois desse passeio histórico, fomos até Havana Vieja, conhecer o centro da colonial da cidade.

Caminhamos bem perdidas pelas ruas até acharmos a Bodeguida del Médio, bar onde, dizem, o Hemingway ficava bebendo Mojito. Pedimos um mojito e tiramos umas fotinhos e depois caminhamos mais um pouco. Almoçamos no restaurante El Templete e seguimos a rua O'Bispo até o Floridita, onde, dizem, o Hemingway ficava bebendo daiquiri. Pedimos também um daiquiri, em sua homenagem e decidimos que iamos ficar bebendo que nem o Hemingway até entender porque ele gostava tanto daquela cidade.

Bodeguita del Medio. Nós, Hemingway, Mojitos.

Daiquiris no Floridita
Não satisfeitas - e um pouquinho alegres - saímos de Havana Vieja e entramos no bairro de Centro Havana, onde invadimos o Teatro Municipal que estava tendo uma apresentação da Escola de Ballet de Cuba. Adquirimos um ingresso de última hora de uma funcionária suspeita que nos levou pra uma salinha nos fundos do teatro e, com certeza, nos cobrou um adicional de turista trouxa.

Depois, sentamos bem bonitinhas na platéia e ficamos esperando o show começar.
Nós, cansadas e cheias de confiarmos nos cubanos 
Ballet honesto. Não foi assim "o" ballet de cuba, mas deu pro gasto
Não. Depois disso não voltamos para o hotel, não. Por alguma razão que desconhecemos, continuamos andando por Centro Havana, até ficar escuro e suspeito, e a gente ter certeza de que turistas não tinham nada que estar andando por aquelas partes, aquela hora.

Sentamos num hotel e pedimos outro mojito até dar a hora de a gente ir ver o Cañonazo.


O Cañonazo acontece todas as noites na Fortaleza de la Cabana, no Castillo del Morro, do outro lado da baía. Militares em trajes do século XVIII refazem o ritual que anunciava o fechamento da cidade e exatamente às 21h disparam um tiro de canhão que anunciava o fechamento da entrada da baía com uma corrente. 

É divertido, bastante teatral e tem uma vista linda de Havana à noite.

A foto não ficou muito boa, mas foi divertido.
Depois disso, finalmente voltamos pro hotel, comemos um queijo quente e fomos dormir.


Curtimos: os carros, as cores, as bebidas, a musica, a alegria e cidade realmente nos parecer segura.
Nao curtimos: a cidade, tirando havana vieja, estar em ruinas e as pessoas nos pedirem sabonetes, canetas e balas.

outubro 22, 2011

Dia 1 - Havana

22/11/11

Vamos lembrando aos poucos dos acontecimentos do dia. As fotos vão ajudar.

Chegamos no começo da tarde, já cansadas por não termos dormido nada. Primeira vez na vida que resolvo sair de férias sem um tempinho mínimo para me preparar. Ok, melhor aproveitar enquanto ainda tenho condições físicas de fazer isso.

Já no transfer fomos informados que todo mundo quer gorjeta o tempo todo. A partir dai, foi só ladeira abaixo.

Chegamos no nosso inconstante hotel Tryp Havana Libre (fotos do site bem maquiadas, o lugar é mais caído), no nobre bairro de Vedado e já fomos recebidas pela agente de viagem Vilian que, com seu excelente português, nos deu um crash course de cultura cubana:
  1. Cubanos adoram presentes de brasileiros, que aparentemente são bastante mão aberta, principalmente sabonetes, chocolates e canetas.
  2. Cubanos assistem novelas brasileiras. No periodo de nossa estada no país a novela que estava no ar era Passione.
  3. Não precisamos andar com os passaportes por ai porque a cidade é muito segura e ninguém pede identificação para turista. Mas vale a pena alugar o cofre do quarto, só por garantia.
  4. Melhor pegar os taxis com as placas azuis que são do governo e que têm menos chance de tentar enganar turistas distraídos e que se acham espertões, que nem a gente.
Além das dicas, muito úteis por sinal, ela também nos ofereceu um guia para nos mostrar a cidade e um show no Café Taberna, com convidados do Buena Vista Social Club, que aceitamos de cara, para já começar bem a noite. Ficamos com o telefone dela para decidir sobre o guia.

Vista do nosso quarto no 18.o andar.
Dava para ver a Sorveteria Coppelia (o prédio redondo que
parece uma nave espacial)
Depois de nos despedirmos e nos instalarmos no quarto, resolvermos dar uma volta pelo bairro. Nosso hotel ficava do lado da flagship da sorveteria Coppelia e fomos lá conhecer.

Logo na entrada já formos abordados por cubanos muito simpáticos, que nos perguntaram de onde éramos e quanto tempo estaríamos em Cuba, e que se ofereceram para nos mostrar o local onde foi filmado o Buena Vista Social Club. 

Como ainda éramos inocentes, e não sabíamos que esse era o golpe mais manjado para levar turistas para locais desconhecidos e arrancar dinheiro deles, acabamos seguindo os cubaninhos por um período, até cairmos na real e nos livramos deles.

Depois, caminhamos mais um pouco e outro cubaninho - aka jineteiro - nos abordou, perguntando as horas e com a mesma simpatia cubana que faz você ficar se sentindo a pessoa mais grossa do mundo se falar que não está interessada em conversa. Esse cubaninho nos levou até o Hotel Nacional e não largava da gente por nada deste mundo. Até que resolvermos ser grossas mesmo e ele nos deixou.

Dentro do Café Taberna
Voltamos para o hotel tensas e meio com medo de tudo, e ficamos bem quietinhas até a hora do nosso show do Buena Vista.

No Café Taberna, em Havana Vieja, vimos nosso primeiro show de música cubana, ouvi meu primeiro Parabéns para Você (haviamos falado para a Vilian que era meu aniversário), e jantamos mais ou menos. Foi divertido.

Mas como estávamos cansadas e um pouco assustadas com a cidade, fomos embora cedo para descansar e nos preparar para os próximos dias.

Curtimos: o que, até agora, acreditamos ser um Parabens para você cantado pelo Buena Vista Social Club, ou algo que o valha.

Não curtimos: A falsa simpatia do Habaneiros e o grude deles para mostrar o caminho em troca de dinheiro.
Música Cubana e
Parabéns pra Você.

Corrido

No avião, a caminho do Panamá. 22/10/11.
A viagem comecou num esquema meio kamikaze. horários apertados, nenhum tempo pra dormir, nem para repensar decisões.
Ainda assim, até agora está tudo bem. Meu pescoço dói um pouco devido à dormida no avião, mas estamos no horário.

outubro 09, 2011

Já na contagem regressiva....

A próxima viagem já está paga e esperando as malas serem preparadas.
Estou tão exausta ultimamente que mal consigo acreditar que vou ficar duas semanas fora.

Como sempre, o timing no trabalho é péssimo, mas estou precisamos de férias, descanso e outros problemas para resolver que não tenham a ver com a vida corporativa de uma grande empresa.

Daqui duas semanas começamos a nova aventura!

Life is the journey, not the destination

janeiro 09, 2011

Último dia

Cancún, 6 de janeiro de 2011

O último dia em Cancún foi, sem dúvida o mais divertido de todos.
Acho que porque saímos do bem bom do hotel all inclused e nos bandeamos para conhecer a cidade sem o auxilio de pessoas interessadas em propina.

Mercado 23
Acordamos as 7 da manhã e fomos ao Mercado 23, uma feira como em qualquer outro lugar no mundo.

Os locais insistiram várias vezes que não era lá que queríamos ir porque não havia nada turístico e nós insistimos que era isso mesmo. Realmente era uma feirinha bem capenga, mas muito típica mexicana o que já nos deixou bem mais felizes.

Depois de adquirirmos sacolas de feira com a imagem da Virgem de Guadalupe e 1 kg de tortilhas de maís, voltamos para o hotel. O taxista tanto falou que nos convenceu a ir conhecer Isla Mujeres, uma ilha próxima de Cancún que, segundo ele era maravilhosa.

Uma hora depois de conversas e negociações para convencer o restante da turma, estávamos em um barco que nos levaria em meia hora para a tal da ilha.

Isla Mujeres
Chegando lá, alugamos dois carrinhos de golfe para passear pela ilha e fomos a uma praia do lado norte. Ao chegar, estendemos nossas cangas na areia e nos quedamos por algumas horas por lá, tomando drinks muito melhores que os do hotel e comendo salgadinhos mexicanos trash. Uma sessão de fotos infinita foi tirada pela galera mais animada do mundo.

Mario Kart
Depois de um tempo resolvemos conhecer outra praia da ilha e nos voltamos para nossos carrinhos de golfe. 20 minutos de um trajeto que nos lembrou o Mario Kart nos levou à praia dos tiburos (tubarões). Que era trash, não tinha tubarões, mas dava pra ver o sol se pondo de uma forma maravilhosa.

Pic Nic chamava o restaurante
Mais canga na areia, mar, margueritas e fotos. Até que deu nosso horários e precisamos voltar para o barco.

Chegando em terra novamente ainda decidimos ir ver uma tal festa de reis que haveria no centro da cidade que um taxista havia nos falado. Era um horror de trash, com uns reis magos bem mal arrumados e uns gatos pingados nativos a circular.

Pelo menos comemos churros e caminhamos pela cidade até encontrar um típico restaurante mexicano com quesadilhas, guacamole e muita felicidade.

janeiro 05, 2011

Ruinas maias

Acordar cedo no Caribe não é tão horrível quanto em qualquer outro lugar do mundo. O sol já alto e o mar azul turquesa fazem o mal humor se tornar uma mera lembrança de um sonho ruim. Café da manhã de hotel, então, faz você sair pulando de alegria cantando Just Dance com o professor de aerobica da piscina.

Mas ontem, dia 04/01, ao inves de nos direcionarmos para a praia logo após a piscina, fomos para um onibus de excursão que nos levou para uma viagem de 2h30 para Chichén Itzá, uma ruina maia com uma piramide bem legal.

Descobrimos que em 2012 só vamos mudar de era e que o mundo nao vai acabar. Também descobrimos que os maias eram uns mentirosos que ficavam enganando o povo com eventos astrologicos que eles diziam que eram magica, e jogavam um tipo de basquete com os cotovelos e os joelhos.

Também descobrimos que eles eram excelentes astronomos meio obcecados com o tempo. Tinham varios relogios e calendarios. A saudação maia era "como esta seu caminho", pq eles acreditavam que we are all floating in space and time.

Eu acho. O sol nas ruinas estava tão forte ao meio dia que muito do que foi falado eu perdi por momentos de pânico de que minha pressão estava caindo e eu ia morrer.

Depois, fomos para um cenote, que é um buraco d'agua dentro de uma caverna com um peixes cegos. Alguns dos grupo nadaram, mas eu achei melhor não. Minha pressao ainda nao estava 100% e a gente tinha acabado de almocar.
Cenote, perto das ruínas Maias
Dai voltamos para o hotel, pq ainda tinhamos reserva no restaurante mexicano chique e pq era aniversario da Marci e iamos comemorar com Champagne.

Canseira!

janeiro 03, 2011

Ainda aqui

Não saio do hotel ha tres dias.
Essa coisa de all included é muito preguiçosa. Vc acorda, faz yoga na beira da piscina olhando o mar, se acaba de comer no cafe da manha, vai pra praia e só sai de la quando der fome ou dor de cabeça por causa do sol.

Dai vc come de novo, faz massagem ou vai pra hidromassagem e dorme um pouco.

Dai vc acorda e come de novo para poder repetir tudo no dia seguinte.

Amanhã vamos conhecer ruinas maias e a rotina vai mudar.

Ai ai, preguiça.

janeiro 01, 2011

Pé pra cima

1/1/11

Primeiro dia do ano na beira da praia. Um sol lindo, um mar azul, de uma cor que só existe aqui. Um vento forte, que faz você esquecer a força do sol e faz seu cabelo ficar com aquele baguncado de praia que vendem no freeshop.

Nao dormi muito. Chegamos aqui 1 da tarde, ficamos na praia, descobrimos wtf estava incluso na diaria, cochilamos um pouco e fomos para a ceia de natal.

Por do Sol do hotel - Ano Novo

Subornamos o garçon errado e milhares de drinks apareceram na nossa mesa, mas nenhuma comida durante muito tempo.

Quando ela finalmente apareceu, tive a feliz surpresa de ver meu prato principal ser um monte de camarão e nao uma pedação de carne como havia sido programado.

Depois: balada. Primeiro no lobby do hotel, com uma banda daquelas de formatura que tocava de tudo. Salsa e merengue e abba e bee gees. Chapéis e tiaras com happy new year estampados foram distribuidos e um espumante de origem duvidosa. Tivemos que comer 12 uvas e fazer 12 desejos, segundo a tradição local, que suspeito ter sido inventada pelo mestre de cerimônias.

Depois da meia noite, a festa acabou, a bebida acabou e só nos restou ir para a praia pular sete ondas, segundo nossa tradição pessoal e invadir a balada do hotel vizinho.
Eu e Adri na festa do hotel vizinho
Dançamos, pulamos, tiramos milhões de fotos e comemoramos a entrada do ano com muita alegria e risadas.

2011 vai ser um ano lindo se depender dessa entrada de ano.

Feliz ano novo!!! :-)

dezembro 30, 2010

Andale, andale

Vou para o México, Cancún, num resort daqueles que tem tudo incluido. Não muito a ver com meu estilo, a principio, mas mal vejo a hora de chegar lá.

Estou com pressa, tipo o ligeirinho. Tinha certeza que ia ontem, estou com as malas prontas há um dia inteiro e nada de eu sair daqui. Estou pulando de um lado para o outro com uma ansiedade sem fim só pra poder ficar na praia por 6 dias.

Quero sossego, paz, sol, água salgada, água de coco, sombra, caminhadas bem lentas com água batendo no pé, fim de tarde com por do sol no mar, amigos, risadas, bares, paquera, ruínas maias, dançar e dormir.

Só isso na próxima semana já tá bom, né?
Depois o ano começa e uma nova corrida pra chegar em algum outro lugar.